((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GEMMA GALGANI - 17-11-2012 - AUTRES DIMENSIONS



Áudio em francês.

Eu sou GEMMA GALGANI. Irmãos e Irmãs em humanidade, neste lugar, como em todos os lugares, que a Graça esteja.

Eu intervenho, junto a vocês, tanto e enquanto Estrela Unidade como elemento constitutivo do Elemento Ar, assim como oficiante do Manto Azul da Graça, bem como o que está em ressonância com a porta UNIDADE e a Humildade.

Eu tenho algumas palavras para deliberar a vocês, mas estas serão trazidas até o seu Coração, pela Luz Vibral, pela Graça e pela Onda da Vida.

Estas palavras são adaptadas a este espaço que se abriu e que deve conduzi-los ao nosso encontro com MARIA, de 01 de dezembro (ndr: 1º de dezembro de 2012, das 14 às 15h [hora francesa (das 11 às 12h (BR) - horário de verão, das 13 às 14h (PT))]  - veja detalhes na intervenção de MARIA de 17 de novembro de 2012).

 O que eu lhes tenho a dizer é um fundamento para o Coração, para o Amor, para a Beatitude. O Amor é o que nós Somos. Ele não pode estar dissociado do que nós Somos. Assim, a dissociação do Amor, dentro deste mundo onde vocês estão e onde eu coloquei a minha alma, é existente apenas pela privação do Amor e a falta do Amor, tendo-os inscrito nos padrões e nos mecanismos de regulamentação chamados, aí onde vocês estão, a vida.

O que acontece em vocês, e o que acontece no conjunto deste sistema solar é exatamente a mesma coisa. O seu Coração, o seu Sol, (Sol Interior como Sol visível) deve expandir-se, dilatar-se e não mais ser refreado em seu Amor, em sua manifestação. O que acontece no Céu, acontece em seu Coração. O que acontece no Sol, tem lugar em seu Coração.

O Sol (depositário da Eternidade, depositário do Corpo de Estado de Ser, depositário do Logos Solar ou princípio CRISTO / MIGUEL) agora deve deixar livre curso à Radiação do Amor, à Unidade do Amor, à Verdade do Amor.

 A Unidade é viver a descoberta do Amor, na carne, transfixando e irradiando esta carne, transmutando-a. A expansão do Amor, sua revelação (no seu Coração como no Sol), é muito exatamente, o que acontece (da mesma forma, na mesma Unidade) no seu peito, como no Sol. Seu Coração é, de alguma forma, o seu Sol, aquele que foi intimidado, contido e bloqueado. Então, o Coração se abre e vive o que ele É. Quer vocês o realizem e o acompanhem. Quer vocês resistam a isso. O Fogo do Coração consome, mas não queima.

O Fogo do Coração, aquele da Unidade, é substituído pela Presença, quando desta passagem que é para se viver. Uma realidade se extingue, enquanto outra aparece. Estas duas realidades não tomam a sua fonte e a sua origem no mesmo lugar e com a mesma intensidade. O amor humano, que todos nós conhecemos, depende das condições humanas.

O Amor divino, o Amor sem limites, o Amor sem condição, não pode ser condicionado por qualquer aspecto da vida que vocês levam.

O Amor é independente das circunstâncias, é independente de sua idade, independente de suas condições, independente mesmo de seus recursos. Ele não depende de nada deste mundo. Ele não depende de nada, porque o seu princípio é o de Irradiar, de reaquecer e de fazer viver a Paz.

O novo Sol, o seu novo Coração, aquele da Eternidade, nasce no Interior de vocês. Qualquer que seja a distância que posa parecer a vocês ter que percorrer, lembrem-se de que não existe nenhuma distância (apenas o olhar da personalidade que acredita nisso). A Unidade os convida a superar e a transcender um nível de realidade e a viver o nível de realidade que lhes propõem o próprio Sol e a própria Fonte.

Isso tem por nome Amor, mas não um amor que vocês poderiam explicar, ou quantificar, ou definir, segundo o estado de seu efêmero, mas sim um Amor indescritível, de sua Presença, em vocês, do Sol. Que vocês o chamem o CRISTO, que vocês o chamem o Duplo (seja ele qual for), um Arcanjo ou MARIA, ou eu, não tem qualquer importância.

Porque viver o Coração, no coração do Coração, é não mais ver a menor diferença entre vocês e Ele, ou entre vocês e qualquer outra pessoa. Este Amor aí não tem nada a ver com um apego, com uma atração, com uma responsabilidade, com uma condição, uma vez que este Amor aí é a nossa natureza.

O Amor chama o Amor. O Sol vem chamá-los. Os sinais do Céu vêm despertá-los. Os sons do Céu e da Terra (que vocês os percebam em seus ouvidos, mas também exteriormente) irão sobrepor-se, eles também. Dessa superposição decorrem, ao mesmo tempo, a Beatitude e o desaparecimento de todo efêmero. O desaparecimento do próprio sentimento de ser uma pessoa, em um corpo, e inserida em uma vida e inserida neste mundo que faz a sua realidade.

O Sol os convida. MARIA e as Estrelas, nós os convidamos. Nós os convidamos a estar aí, o mais próximo do que vocês são, no coração do Coração ou no centro do Centro, na câmara mais íntima do seu Coração. Aí onde está tudo. Aí onde tudo está inscrito. Aí onde não há nada mais para escrever, nada mais para mudar.

O apelo dos Elementos, e da fusão de Elementos, ajuda-os a colocar-se no coração do Coração. E é somente no coração do Coração que vocês vivem o que vocês São, sem desejo, sem espera, sem ideias preconcebidas, sem interrogação, simplesmente nesta Presença durante esta Passagem que é, eu os lembro, sob a ação e a égide, com vocês e em vocês, do Arcanjo URIEL. Nesta Passagem final, vocês são convidados a ir além do que vocês creem ser.

Vocês estão convidados a superar toda história e toda lógica (no sentido deste mundo) para ir para esta Eternidade e esta radiação infinita da Beleza que vocês São. Para isso, não há nada mais a fazer além de Ser. Ser em permanência nesta Doação de Si, neste Abandono de Si, onde o outro não tem mais nem menos importância do que vocês, que este outro seja um próximo ou estritamente desconhecido sobre este planeta. Não ser mais atribuído à sua pessoa, é não mais depender de uma circunstância ou de uma condição deste mundo. É estar plenamente Presente nele, plenamente Desperto, plenamente Liberado, plenamente em Paz.

A Unidade e o Sol dão-lhes a ver, dão-lhes a viver, assim como a Terra, a intimidade mais profunda e mais intensa. Vocês não têm nada a empreender, nestes tempos. Vocês têm apenas que se colocar. Vocês têm apenas que ouvir e escutar o canto do Amor. Aquele que os chamou pelo seu nome. Aquele do canto de sua alma e de seu Espírito que canta em seus ouvidos. Aquele do canto da Terra e do canto do Céu, na mesma sinfonia e na mesma música.

Assim, Ser não é estar tão distante do que pode lhes dizer a sua culpa ou o seu mental. Deixem tudo isso. Não se obstruam por qualquer outra coisa. Porque se vocês estão no coração do Coração, neste estado de Unidade, de Presença, de infinita Presença, não há nenhuma razão que possa resistir à evidência do Amor. O Amor é alimento. Isso vai se tornar cada vez mais verdadeiro, não mais somente como uma busca, como um objetivo, como uma necessidade, mas como a Verdade do que está aí.

O Sol (nestes tempos, mesmo de sua Terra) vive a sua mutação, tal como lhes tinha sido anunciado pelos grandes seres. Como seu Coração que era, até o presente, confinado em seu peito, se expande, ele também, em todas as direções e em todas as Dimensões. Porque este é o seu lugar: aquele que não é mais dependente, justamente, de um lugar, de uma localização, de um tempo ou de uma condição.

Então, nós os convidamos a esta doçura. Nós os convidamos a esta Unidade, a este encontro com o Sol, com CRISTO, com vocês mesmos. E, para isso, para viver a totalidade deste Encontro, vocês não têm nenhum lugar para onde ir, visto que vocês já estão aí. Há apenas que deixar afastar-se o que se distancia. Há apenas que deixar estabelecer-se o que está aí.

É claro que, quando nós deixamos a Terra, nós não temos o costume de tal ausência de limites, de tal Liberdade. Mesmo se eu lhes pudesse contar a minha história, eu contei a minha história em encarnação. Mas eu adoraria contar-lhes agora, de maneira muito breve, o que acontece no momento em que o que pertence à ilusão e ao efêmero desaparece.

Acontece exatamente o que vocês vivem: a sensação de já se estar em outro lugar, estando-se plenamente consciente. Este sentimento de dilatação e de expansão produz-se simultaneamente em todas as direções, em todos os tempos e em todas as Dimensões. É isto a Beatitude: não mais ter necessidade de ser dependente de uma forma, mas ser todas as formas possíveis.

Não mais estar confinado em uma Dimensão, mas percorrer, livremente, o conjunto das Dimensões. É estar aqui, plenamente Presente, muito além da fé, muito além de sua crença no que quer que seja, mas viver, realmente, bem mais do que o Fogo do Coração. É viver o esquecimento de toda condição, de toda circunstância, de toda história e de toda pessoa. Porque é aí que vocês são eternos e em nenhum lugar mais.

Pouco a pouco, a expansão do Sol (e a sua expansão de Coração, indo de forma síncrona) realiza a Ascensão, a transfiguração da carne e sua Elevação. O efêmero desaparece. A Eternidade se revela. Se vocês deixam a Eternidade ser, então o efêmero não poderá mais ser alterado pelo que quer que seja. Seja qual for o destino do efêmero, ele vai desaparecer. E esse desaparecimento reflete, aliás, justamente, o seu efêmero. Vocês são convidados pelo Sol, vocês são convidados pelo seu Coração, ao coração do Coração, a percorrer a totalidade da sua Eternidade.

Então, é claro, há (e isso tem sido evocado, neste dia como em outros lugares) a necessidade de, às vezes, refrear, eu diria, uma forma de entusiasmo explicando certas vivências em seu corpo e nas extremidades, em particular. Se vocês aceitam a radiância de seu Coração novo, nada deste corpo pode interferir, mesmo que existam sinais, dores ou pressões sobre zonas precisas deste corpo de carne. Vocês veem, clara e rapidamente, os prós e contras.

Alinhar-se vai se tornar cada vez mais fácil. Haverá cada vez menos perguntas a se fazer. No coração do Coração, encontra-se a evidência. Aí onde não pode sequer mais existir a menor pergunta, a menor interrogação, a menor dúvida, a menor ilusão.

Viver isso é já viver a Eternidade, mesmo no efêmero. Vocês facilitam assim, esta transição, esta época de Passagem. Vocês facilitam, em vocês, a Eternidade, em detrimento do que é efêmero. Minhas palavras não devem tornar-se uma crença ou uma adesão, mas devem ser, antes de tudo, o que vocês vivem. Isso revela vocês e vocês somente. Não coloquem nisso qualquer juízo de si mesmos, qualquer culpa de si mesmos. Sejam Leves em relação a isso. Isso se passa agora.

E se isso não acontece em vocês, então sejam ainda mais Humildes, estejam ainda mais Presentes a fim de tornar-se ausentes ao efêmero. Vocês não têm outra escolha, vocês não têm outra possibilidade. Não é necessário fornecer nem esforços, nem sentir qualquer culpa, porque Ser, porque viver a Beatitude, não é nem um esforço, nem uma culpa. É simplesmente (e isso o será cada vez mais), o seu estado natural, o seu estado inato. E encontrar isso é, de fato, não somente uma grande Alegria, mas uma grande Paz. E isso se transforma, muito rapidamente (esta Paz), em Êxtase e em Beatitude.

A partir do momento em que vocês não dão mais peso ao que é pesado (não para ignorar, não para não vê-lo), mais e mais, mesmo o peso e a gravidade serão, para vocês, a ocasião, inesperada e única, de viver o que vocês São em vez do que vocês projetam ou o que vocês acreditam. Eu gostaria de lembrar-lhes que é nas circunstâncias qualificadas, pela personalidade, de difíceis, que se pode encontrar o choque necessário para a sua própria Liberdade e Libertação. Jamais julguem um evento. Vão além do sentido e das explicações.

Vão além da lei de causalidade. Não há obstáculo. O mundo causal, o envelope causal da Terra, não existe mais. O fim das linhas de Predação (conforme anunciado e realizado quando SERETI se expressou entre vocês) corresponde à possibilidade dessa Liberdade.

Se vocês ainda não viveram a quintessência disso é, simplesmente, porque talvez, vocês ainda não estejam completamente na localização precisa de si mesmos: no coração do Coração. Lembrem-se, no coração do Coração não há esforço, não há culpa, nem pergunta, nem dúvida, nem resposta. Há, simplesmente, a Felicidade e a Beatitude de ser finalmente o que vocês São.

O Sol os chama. As Estrelas os chamam. O Céu os chama. A Terra os chamou. Nós vimos para nos manter ao seu lado para chamá-los e sustentá-los a fim de que finalmente vocês se mantenham, novamente, de pé, na sua Eternidade, aí onde não existem predações, nem qualquer medo e qualquer raiva. São vocês que decidem. São vocês quem o realizam.

O que acontece é, de alguma forma, a etapa final do Manto Azul da Graça. O Manto Azul da Graça cobriu vocês, a Luz Vibral cobriu e percorreu vocês de cima a baixo ou de baixo para cima. Ela consumiu e vai continuar a consumir, o seu Coração até que mais nada de efêmero e de pesado possa entupir o que vocês São. A Luz os chamou. O Sol os chama. MARIA os chamará. Nós os chamaremos, se já não foi feito.

Estar em Unidade, não é procurar a Paz, mas é Ser a Paz. A Beatitude e o Amor são o único alimento, daqui onde nós estamos. Aí onde vocês estão, vocês têm necessidade de se alimentar (de alimentos, como de afeição, de olhares do outro), de interagir com o conjunto dos Irmãos e Irmãs que participam da mesma ilusão. Viver a Beatitude não os afasta disso, mas o amplia, o transcende, aí também. Porque toda a relação se torna uma Comunhão.

Porque toda troca torna-se um Fogo de Amor. As regras e as leis não têm mais nada a ver nessa etapa de transição. Então, é claro, poder-se-ia ser tentado a chamá-lo de quarta Dimensão, pouco importa. O importante não seria nunca o nome. Vocês estão, agora, aí onde vocês estão e vocês não precisam mais nomear, ou denominar, as coisas, mas apenas vivê-las, em sua quintessência e sua totalidade.

A Unidade e o Elemento Ar são testemunhas e agentes disso. Porque o Ar atiça o Fogo e o alimenta. Porque o Ar é o que permite propagar e religar. E essa parte da Cruz Fixa, em ressonância com o Fogo e Ar, são, muito precisamente, aqueles elementos que os colocam no coração do Coração. Aí onde não existe mais luz invertida ou oblíqua, mas simplesmente, a Luz direta: aquela do Amor, aquela que não necessita construir o que quer que seja, por sua Inteligência total.

O tempo da Unidade (ou, em todo caso, o tempo da Unificação) nunca foi tão possível quanto durante esta fase em que o Sol e o seu Coração se expandem. Vivam esta expansão, mas não façam nada. Vivam esta Paz, mas não procurem a Paz, porque vocês a São.

Deixem a Luz ser a fim, vocês também, de superar o ser e o não mais ser dependente de uma condição qualquer, até mesmo da alma. A Luz, o Amor e a Felicidade, são a nossa Natureza. Eu não tenho que persuadi-los disso, porque eu não poderia fazê-lo jamais. É apenas vivendo isso que vocês podem ser persuadidos disso, por si mesmos. O CRISTO havia dito: "buscai o reino dos Céus e o resto vos será dado em acréscimo". Esta busca não é uma busca exterior, mas uma busca Interior.

Ele lhes disse que, além disso, que a melhor maneira era Amar, Amarem-se uns aos outros, como ele lhes Amou, e como ele nos Amou a todos nós. Não do seu jeito, mas à maneira do Sol que dá sua luz: na mesma proporção, sem julgar, sem conter. Vocês são Sóis, porque esta é a imagem que se pode dar, mas não um Sol que pode entrar em sono ou transformar-se, mas um Sol permanente: aquele da Fonte.

Vocês irão, durante este período (se isso já não foi feito), dar-se conta, precisamente, de onde vocês Estão. Porque o que sairá como palavras, de vocês, o que sairá como humor, de vocês, não será mais do que, cada vez mais, o resultado do que vocês São e não mais as circunstâncias, quer elas sejam de vida ou de história ou de carma (que não aparecem diante da Luz).

Vocês vão finalmente viver, se isso já não foi feito, que não pode haver caminho, nem qualquer evolução: que há o Amor e nada mais e que, simplesmente, o fato de ter saído do Amor os fez considerar a possibilidade de todo resto. Mas este resto é apenas o efêmero e ele não decorre, justamente, da privação de Luz e de Beatitude.

Eu diria (de outra forma eu disse e de maneira mais direta e simples) que, neste período de transição, vocês são todos chamados a ser uma Estrela, vocês são todos chamados a ser MA ANANDA MOYI, vocês são todos chamados a ser o Comandante dos Anciãos (ndr: O. M. AÏVANHOV). Mas não vejam nisso um jogo do papeis, ou até mesmo de função, mas, simplesmente, eu diria, o resultado da Beatitude (Bem-aventurança), da Morada da Paz Suprema e do Êxtase.

Isso não é simplesmente, uma mudança de olhar ou de ponto de vista. Isso é, verdadeiramente, agora, uma transformação radical e total. Esta é uma transformação que é bem mais (e vocês o sabem) do que uma metamorfose da lagarta à borboleta. Muitos de vocês aguardaram-no, esperaram-no, talvez já o viveram, mas resta, agora, viver isso na totalidade: mas a totalidade de todas as consciências que se acreditam separadas e presentes sobre a Terra.

A Unidade é o sinônimo da Humildade. Esta não é simplesmente uma adequação ligada ao elemento Ar ou ligada à nova Tri-Unidade ou ao Manto Azul da Graça. Porque não pode existir, sobre este mundo, aí onde vocês estão, Unidade sem Humildade. Como isso lhes foi dito, ainda há pouco tempo: a Humildade de não ser nada, para aceitar ser Tudo.

Dar-se a si mesmo, e Abandonar-se a si mesmo. Tudo o que nós temos explicado e retransmitido, pelas palavras e pela Vibração, atualiza-se agora. Casar-se com a Luz, não é casar-se com alguém ou com alguma outra coisa, é Casar-se Consigo mesmo, além do Si, além desta Dimensão. É deixar a transfiguração, a transubstanciação, efetuar-se por si mesma, porque há um programa Inteligente, bem mais Inteligente do que a personalidade possa esperar ou pensar.

Eu terminarei nestas palavras: ser Humilde, viver em Humildade, é, de alguma forma, o estado mais direto, o mais curto, o mais imediato para viver o que é para se viver e, ser esta Infinita Presença ou ser este Absoluto. Eu lhes lembro que, durante essa transição, vocês se determinam, vocês mesmos, por seus estados, por suas condições, por seu olhar, por seu Amor.

Não aquele que vocês projetam, mas aquele que vocês Irradiam, naturalmente, sem qualquer desejo. Porque se existe um desejo de Amor, já é uma falta de Amor. Aquele que manifesta o Amor não emite nenhuma ação, nenhuma vontade. Esta é toda a diferença entre a Humildade e a não-Humildade. Esta é toda a diferença entre a personalidade que tenta ser humilde e que se esconde por detrás dessa humildade, enquanto a Humildade da Unidade é evidência onde não há nada a esconder, onde não há nada a pregar, nada a julgar, nada a comparar.

 O que vocês têm que carregar, durante esta transição é, simplesmente, observar essas espécies de flutuações que existem, em vocês, que são, por vezes, muito rápidas e que lhes trazem da Alegria à tristeza, do Amor ao medo ou do Amor à raiva. Mas apreendam bem que nem a raiva nem o medo, nem a própria paz, podem ser nem obstáculos nem elementos facilitadores.

Neste período de transição, realizar o Abandono do Si será, de qualquer modo, o único resultado possível, mas dentro deste resultado possível, vocês mantêm a liberdade mais fundamental para estar aí onde vocês quiserem, ou em nenhum lugar. Não haverá jamais um julgamento, jamais uma condenação, de nossa parte como dos mundos Livres, porque eu vos lembro que tudo o que vocês colocam, dentro deste mundo, é efêmero, salvo, é claro, o que vocês São.

É sua responsabilidade, aí também, não escolher, não decidir, não envolver uma qualquer ação ou um qualquer fazer, mas sim ver onde vocês Estão. Vocês estão na rejeição de qualquer coisa de sua vida, de sua condição, deste mundo? Vocês não podem transcender este mundo rejeitando-o. Isto irá aparecer-lhes cada vez mais claramente, porque o coração do Coração é vivido e é desempenhado Aqui e Agora, aí onde vocês Estão, mesmo na Ilusão. Em última análise, o que acontece, em vocês como em todo o sistema solar, é apenas a mesma coisa: que o Sol se expanda, quer o Sol não se expanda. Ora, vocês sabem que, na Terra e no Céu, ele se expande e ele vai se expandir cada vez mais.

Eu lembro a vocês também que a penetração da Luz, no seio deste mundo, não data de algumas semanas, nem mesmo de alguns meses, ou até mesmo dos Casamentos Celestes, mas que tudo isso começou em um tempo relativamente longo, no sentido humano (desde quase uma geração) e que foi necessário, de alguma forma, esta espécie de aclimatação para viver o nascimento e floração. O tempo da floração é vindo e o tempo de colheita também.

Eis o que as palavras, trazidas pela Vibração do coração do Coração, levaram-me a pronunciar.

Estes são, é claro, conceitos que vocês precisam sentir em seu Coração. É claro, isso vai aparecer sempre incoerente e inconsistente, ao filtro do mental ou ao filtro das suas crenças. Porque estas palavras são para viver e não somente para pronunciar ou escutar. Não somente para ouvir, mas, verdadeiramente, para encarnar.

Lembrem-se de que, quando nós mudamos de mundo, quando um efêmero, qualquer que seja ele (de um corpo, de uma vida) desaparece, a consciência permanece. Ela não tem mais acesso às mesmas percepções e às mesmas manifestações. É muito exatamente isso que se produz, em outra oitava ou em outra amplitude, mas é exatamente o mesmo processo. E daí onde vocês estão, o processo não se vive da mesma maneira. Mas ele conduz, inevitavelmente, para o mesmo resultado. Tudo isso vocês o sabem.

Instalemo-nos, alguns instantes, agora, no silêncio das minhas palavras, no silêncio dos meus pensamentos, das minhas ideias, de seus pensamentos e de suas ideias.


 ... Compartilhamento do Dom da graça ...

Então, neste silêncio e nesta paz, em nossa Comunhão, eu lhes digo: Amem-se uns aos outros, e uns para com os outros. E eu lhes digo até breve. E permitam-me deixar esta Paz conduzir. Encontremo-nos na Paz. Até mais ver.


Mensagem de GEMMA GALGANI no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1695
17 de novembro de 2012 (Publicado em 18 de novembro de 2012)
Tradução para o português: Josiane Oliveira

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