((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

sexta-feira, 29 de junho de 2012

JOPHIEL – 05-04-2008 – AUTRES DIMENSIONS

JOPHIEL – 05-04-2008 – AUTRES DIMENSIONS



Saudações a vocês, almas humanas.
Eu sou Jofiel, Anjo do Conhecimento e eu venho hoje para um espaço de questionamento que, como é meu hábito, corresponde a uma expressão de mim em absoluto e não em relativo.

Eu gostaria que evitassem as questões relacionadas com o futuro. Só me interessa o vosso presente, mas o vosso destino também, e não o vosso futuro que é do domínio do potencial e, portanto, do relativo.

Eu venho, portanto, me exprimir e responder às vossas interrogações espirituais evolutivas porque este espaço é hoje possível. Então, caras almas, eu estou pronto a tentar ajudá-los no vosso destino.

Pergunta: Qual diferença faz entre futuro (avenir) e destino (devenir)?
O futuro está ligado à vossa trama pessoal, individual, de evolução. O destino é absoluto. Ele é comum a toda a alma humana e é a libertação do tempo de ilusão no qual vocês evoluem e que necessita, para alguns, de grandes esforços, de grandes desapegos.

A experiência é boa de viver enquanto vocês decidem fazer a vossa experiência. Alguns entre vós fazem experiências que duram desde tempos imemoráveis. Mas a vida não é experiência, a vida não é dualidade. A vida é eternidade.

Ora, vocês não conhecem a eternidade no vosso mundo, mundo de ilusão, mundo prisão no qual vocês estão aprisionados, para alguns de vocês desde tempos imemoráveis e esqueceram, portanto, a vossa essência e o objetivo do vosso destino.

Vocês substituíram o destino por futuro, por uma visão muito simples de qualquer coisa que era, no início, grandiosa. A experiência da matéria pertence a qualquer coisa que está ultrapassada, mas vocês não tomaram consciência disso e vocês jogam os jogos da experiência e do destino numa visão estreita, numa visão que não é divina.

Então, vocês chegaram a considerar que a experiência da vida é mesmo a essência da vida, enquanto vida e qualquer outra. Vocês dizem que estão na vida, eu vos diria, do meu ponto de vista todo absoluto, que vocês estão mortos em vocês mesmos.

Então, o futuro é uma concepção linear ligada à morte. O destino é uma concepção absoluta ligada à transcendência.

Pergunta: O que nos aproximará melhor do que você chama a visão divina?

A ausência de matéria, a ausência de encarnação e, no entanto, o paradoxo está aí: encontrar na encarnação o retorno à vossa Divindade. Mas a vossa Divindade se revelará unicamente quando vocês pararem de considerar o vosso futuro como o único possível. Para isso é necessário abstrair-se de todos os apegos, isso vocês já conhecem, mas também de toda a projeção passada ou futura.

A vossa Divindade não se encontra no vosso futuro, a vossa Divindade não se encontra no passado, ela não se encontra senão na paragem do tempo que só os seres realizados encontraram. Porque a realização não é senão a paragem do tempo. A realização não é senão a paragem de todo o futuro para entrar no destino.

Pergunta: O que é isso que você chama a essência da vida?
A essência da vida é pulsação. A essência da vida é Luz, Amor na sua dupla polaridade. A Luz da qual eu falo não tem a ver com a vossa luz solar, que é um pálido reflexo da verdadeira luz.

No que se refere ao Amor, os vossos sentimentos humanos não são senão o pálido reflexo do Amor porque o Amor autêntico é qualquer coisa que dá, que irradia, sem nada esperar de volta.
Ora, o vosso amor humano, qualquer que ele seja, é condicional. Vocês amam, portanto, para que vos amem. Vocês amam, portanto, para serem reconhecidos.

Vocês não estão na essência do Amor, vocês estão na manifestação do Amor, num mundo que não é divino. Então (e os vossos poetas o descreveram bem, os vossos pintores o pintaram bem), vocês estão na procura deste absoluto que vos falta que é o Amor da Luz. E vocês deturpam na vossa realidade, tão diminuída, o que vocês chamam Amor e o que vocês chamam Luz.

Lembrem-se, que não pode haver Divindade sem absoluto e, enquanto vocês estiverem nesse mundo, vocês estão no relativo porque o amor que vocês trazem um dia não é mais o amor que vocês trazem no dia seguinte porque ele existe em função do que entretanto se passou. Ele não é, portanto, Amor em si mesmo mas amor exterior. Ele é, portanto, manifestação errônea, transformada, de uma realidade.

Passa-se o mesmo com a Luz que é irradiada. Ora, vocês irradiam em função dos vossos humores. Vocês irradiam o medo, vocês irradiam o amor, vocês irradiam o ódio, vocês irradiam a alegria.

Assim, portanto, a vossa irradiação não é única porque ela é colorida pelos vossos estados de humor; e o Amor e a Luz no absoluto não têm o que fazer com as emoções, não têm o que fazer com as polaridades e não têm o que fazer com um eventual futuro.

Porque o Amor e a Luz, mesmo se isso é também um paradoxo difícil de compreender no vosso cérebro, o Amor e a Luz são imutáveis, são os mesmos na origem e no fim e, no entanto, em constante movimento, em constante expansão.

Então, vocês tentam assimilar o Amor através dos vossos sentimentos, a Luz através do que vocês sentem mas isso não são nem o Amor, nem a Luz, isso não são senão reflexos ou cópias, se vocês preferirem.

Pergunta: Como nos aproximar do melhor desta Luz e deste Amor absoluto?
É muito simples. É suficiente parar de pensar. Quem diz pensar, diz refletir e à força de refletir vocês se esquecem de irradiar.

Da reflexão não sai nenhuma Luz. Da reflexão não sai nenhum Amor, não sai senão a imagem espelhada de qualquer coisa que é falsa.

É preciso parar tudo o que não é Amor e Luz para se tornar Amor e Luz. Ora, o Amor e a Luz não estão no futuro, o Amor e a Luz não estão num pensamento, nem num passado, nem em qualquer coisa que se constrói no interior do vosso cérebro mas antes qualquer coisa que se desconstrói. É por isso que o sábio pôde dizer que a iluminação e a realização não se encontram senão na paragem do tempo porque o que se escapa, na vossa dimensão, é o tempo.

Vocês estão sujeitos ao tempo, vocês estão sujeitos a um desenvolvimento qualificado de linear e vocês não podem encontrar nessa linearidade uma qualquer possibilidade de Luz, de Amor.

Pergunta: Isso significará que a realização é impossível na encarnação?
Ela é impossível enquanto vocês permanecerem na encarnação. O sábio está ainda na encarnação mas, a um dado momento, muito preciso, ele escapou a essa linearidade e entrou na eternidade.

A eternidade está em todo o lado menos na linearidade.

Pergunta: E se esse sábio reencarna?
Isso é impossível.

Pergunta: Isso significará, portanto, que não podem existir indivíduos realizados encarnados?
Na evolução normal da alma humana, não. No entanto vocês têm alguns seres que vocês chamam os avatares, que são seres que ultrapassaram os ciclos de encarnação e de reencarnação e que, no entanto, fazem um retorno, um voltar atrás como vocês diriam na vossa linguagem.

Mas isso permanece excepcional, contrariamente ao que certas tradições querem vos fazer crer, que houve em todas as épocas de encarnação numerosos avatares encarnados. É falso.

Os avatares são suficientemente raros para deixar uma impressão indelével, aquando da sua passagem, que transcende a sua cultura original, que transcende o seu país de origem e deixa uma impressão que se difunde ao conjunto do seu planeta. Mas tudo o que deixa uma impressão não é um avatar.

O último avatar encarnado foi Jesus Cristo. Não houve outros depois. Houve alguns seres realizados que voltaram enquanto Maha Choan mas isso é mais complexo para explicar. São seres que estão realizados mas que não queimaram na totalidade certos corpos, deixando a possibilidade de encarnarem, de forma temporária.

Eu digo temporária porque é um espaço de tempo que decorre justamente entre o nascimento do avatar Cristo e esta época que vocês vivem. Eles foram chamados as Águias. Estes seres pertencem à linha dos Melquisedeques e foram capazes de se encarnar porque eles permaneceram num estado intermédio, mas isso é qualquer coisa que é puramente temporária.

Com efeito, dois mil anos, na vossa escala, não representam nada ao nível do vosso universo.


Pergunta: Qual é o nosso destino?
O que vocês tiverem escolhido, mas é preciso compreender bem que vocês não podem associar, alinhar, futuro e destino. Pertence-vos decidir. E este ano, como eu disse aquando da minha primeira intervenção, é importante nisso.

Este ano é um ano de grande escolha onde vai ser preciso escolher entre a esperança da Divindade e a experiência da matéria. Estas são escolhas diametralmente opostas. As duas são igualmente responsáveis mas uma, a primeira, vos faz aceder ao vosso estatuto de ser de Luz. Enquanto que a segunda possibilidade não vos permite senão aceder a múltiplas experiências, à dualidade, ainda e sempre.

Na hora atual, nós podemos dizer que somente menos de 5% da humanidade fez a escolha da Divindade.


Pergunta: Em relação a essa escolha, qual é a via mais justa?

Há muitas formas de definir a justa escolha, o justo caminho em relação à encarnação, quer dizer, conduzir-se com justiça em relação às escolhas lineares.
Há agora o destino que não tem o que fazer com o justo caminho, uma vez que ele é uma outra escolha e uma outra via que não tem nada a ver com a encarnação.

Compreendam bem que vocês podem se conduzir da maneira mais justa, no vosso justo caminho, como vocês dizem, mas sem por isso estarem num caminho da Divindade. Isso não é função das contingências materiais e de uma atitude que seria justa ou conforme com um certo plano. Então, eu não posso responder a essa questão relativa.

Pergunta: Formulado de outra forma, o que mudar no nosso modo de funcionamento para ir ainda mais além neste caminho da Divindade?

Este caminho da Divindade não se importa com os caminhos, as atitudes profissionais, afetivas, sentimentais e outras, das vossas encarnações. O caminho da Divindade só espera uma coisa, que vocês parem de jogar os jogos e os caminhos da encarnação.

Então, evidentemente, isso é mais ou menos fácil, segundo os seres, em função, em primeiro lugar, do que vocês chamam os apegos. Os apegos a vocês mesmos, em primeiro lugar, à vossa corporeidade, à vossa vida, às vossas experiências. Apegos aos vossos valores, em seguida, às vossas ideias, aos vossos princípios, aos vossos condicionamentos. Tudo isso representa uma soma gigante de obstáculos ao vosso destino. Tudo isso foi trabalhado efetivamente, para alguns entre vós, durante numerosas vidas, inúmeros anos.

Este destino da Divindade em vocês depende, por uma vez, não unicamente do vosso desejo pessoal, mas também dos planos, das elaborações, das transformações energéticas, espirituais e luminosas da Luz do vosso sistema solar e do conjunto dos sistemas solares que vos rodeiam.

A grande diferença é que o destino vos será proposto num dado momento. Mas se os vossos pesos forem demasiado pesados, com perfeito conhecimento de consciência, vocês não poderão aceder à esta Divindade.

Qualquer que seja a percepção de Divindade que vocês tenham, os pesos e os apegos que vocês tenham mantido vos impedirão e vos atrairão, de maneira inexorável e inevitável, para o recomeço da experiência.


Pergunta: Isso significa que a encarnação e a procura da Divindade são inconciliáveis?
É totalmente inconciliável. Não existe senão a esperança de chegar a tocar a Divindade durante a encarnação. Não existe senão a esperança de captar uma parcela dessa Divindade na encarnação, que fará certamente do ser humano que aí chegar, um grande ser. Um grande ser humano mas certamente não um ser divino.

O ser divino, por definição, está totalmente desembaraçado de todo o traço humano. Vocês são de essência divina mas vocês esqueceram isso, vocês abafaram isso com o manto das encarnações que vocês colocaram sobre vós.

Assim, portanto, a alma se afasta cada vez mais da sua origem mas, a um dado momento, quando o peso se torna tão denso, tão pesado, a alma vive como que uma explosão. Isso ocorre, seja nos momentos do último abandono a esta vida, seja pelas circunstâncias particulares da vida (uma doença, uma experiência de morte ou, ainda, como o Cristo na cruz); mas isso só diz respeito a poucas almas encarnadas.

Na maioria das vezes os homens são obrigados a esperar os períodos das grandes revelações da Divindade para aceder a essa Divindade, mas ainda é necessário que antes eles tenham aliviado os fardos, que eles tenham extinguido a sede das suas experiências a fim de aceitarem esta Luz e este novo estado.

O fardo mais importante é aquele que é representado pela própria encarnação mas está fora de questão, evidentemente, pôr fim voluntariamente à sua encarnação. É uma questão de se preparar para aceitar, de maneira livre e consentida, esta Divindade, no momento chegado.

Para isso basta não mais refletir, não mais experimentar, estar na neutralidade a maioria das vezes, se abster de fazer julgamentos. Estes são métodos que vão permitir aligeirar os fardos consideravelmente. Mas isto é válido para todo o ser humano porque ninguém pode saber o momento oportuno, na vossa linearidade, em que esta Divindade se manifesta.

Vocês podem muito bem imaginar que certas almas tenham feito um trabalho, que vocês qualificariam de importante, de desapego, de deixar de controlar, de deixar ir, de desenvolvimento pessoal, de Luz, de Amor, de irradiação. Esta pessoa poderá mesmo ser considerada como um grande ser, um grande mestre e, no momento vindo, refutar a Divindade. Isso faz parte da liberdade.

E, inversamente, vocês têm seres que, segundo as escalas de valores humanos, serão depravados, muito afastados da Fonte mas que, no momento vindo, aceitarão totalmente a Divindade, qualquer que seja, o que vocês chamam, o seu carma, quaisquer que sejam, o que vocês chamam, os seus apegos.

O que não quer dizer que é preciso se abster de toda a vontade de Luz. Mas eu quero com isto dizer que, no vosso nível de realidade, vocês não têm nenhum meio de saber, de julgar (por vocês como pelos outros) se vocês estão em vias de se tornar ou em vias de ser, até ao momento oportuno.

Pergunta: É a partir deste ano que esse momento de escolha nos vai ser proposto?

Eu nunca falei deste ano. Eu falei de um ano de escolha em vocês mas não falei do ano da Divindade. Muitos dos vossos escritos, muitas das vossas civilizações, deixaram datas. Eu sei que na vossa linearidade as datas são extremamente importantes mas lembrem-se que a Divindade vem até vocês.

Ora, em que momentos nos deixamos levar, mais facilmente, em relação à encarnação, quando a Divindade se apresenta? Eu vos digo: nos momentos de sofrimento, nos momentos de doença. Ora, vocês têm verdadeiramente a impressão de sofrer ou de estarem doentes? Certamente, sim, alguns povos são muito pobres, muito desfavorecidos mas vocês, no Ocidente, podem dizer isso?

Então, eu não penso que encontramos nos vossos países ocidentalizados modernos muitos seres prontos a se tornarem divinos. Falta-vos, portanto, as etapas prévias da doença e do sofrimento porque a alma humana é assim feita, ela se vira para o divino nos momentos mais desesperados.

Os seres que dizem encontrar-se com o Divino, enquanto tudo vai bem, não se viram senão sob certas formas de complacência e não sob a verdade da impulsão.
Dizem-me vocês, «porquê o sofrimento?», mas isso faz parte do próprio jogo da encarnação e da experiência.

Vocês não definem a vossa felicidade senão através da ausência de sofrimento.
Vocês são incapazes de definir, por natureza e por essência, a noção de felicidade independentemente de toda a causa exterior ou interior. Portanto, a vossa felicidade não é um estado de ser mas um estado de menor resistência que não ocorre senão em certas ocasiões.

Pergunta: Como explicar os «retornos» depois de uma EQM (experiência de quase morte)?
O retorno é uma escolha livremente consentida da alma que, apesar da experiência da Divindade, guardou, muitas vezes, um apego. Uma criança, um parente, um marido, uma mulher, um ser ou uma situação que não está concluída e, portanto, o retorno se tornou possível.

Enquanto vocês estiverem ainda encarnados isso quer dizer que a experiência vos é necessária. Porque se vocês não tivessem o gosto da experiência a vossa vida se terminaria instantaneamente. Quantas almas em sofrimento se dizem, e dizem aos outros, «eu quero partir» e no entanto elas estão aí.

Se vocês ainda estão sobre esta Terra é porque vocês estão todos no mesmo ponto.
Com efeito, no absoluto, não há diferença entre uma alma muito nova, ávida de experiências e uma alma mais idosa saturada de experiências porque, se elas estão ambas sobre a Terra, é porque elas ainda não estão plenas de experiências, de pesos, de densidade e de sofrimentos.

Pergunta: O que poderia aligeirar o nosso caminho para melhor avançar?
Como eu disse, vocês não têm a possibilidade de saída pelo mental, vocês não têm a possibilidade de saída pelas emoções, vocês não têm a possibilidade de saída pela experiência, vocês não têm a possibilidade de saída pela vontade, vocês não têm a possibilidade de saída pela libertação dos pesos e dos apegos, totalmente.

Então, me diriam vocês: «não há porta de saída?». Eu vos responderia que sim. A única porta de saída possível é, numa palavra, para simplificar, energia. Quando vocês estão na energia, quando vocês estão no alinhamento desta energia, quando vocês estão na cultura da energia e, portanto, da luz que é uma polaridade da energia, nesse momento, o que se passa? O peso diminui, a sede de experiências diminui, o mental diminui, a emoção diminui (muitas vezes, não sempre).

Então, portanto, cultivar a Luz em si sem outro objetivo que o de querer ser essa Luz, é o que vos aproxima mais da Divindade. Isso necessita de orar, de meditar, de se alinhar. Empreguem as palavras que vos convêm. Em todo o caso em estados onde vocês tenham cultivado a Luz e não outros. Vocês não têm que cultivar os apegos, vocês não têm que cultivar os pesos mas antes cultivar a Luz.

Então, cultivar a Luz, isso também não são as boas ações. Então, cultivar a luz não é também se conformar, se confortar com certas regras de vida ou de ascese de vida. Cultivar a Luz é uma atitude interior que vos vai aproximar da vossa essência, porque a vossa essência é energia de Amor/Luz.

Eu tenho mesmo algumas reticências em empregar estas palavras na vossa encarnação de Amor e de Luz. Então, eu penso que a palavra energia está certamente mais adaptada porque, se vocês se centram na percepção da energia, sobre o sentir da energia, sem aí querer fazer uma manifestação tangível, para isto ou para aquilo, vocês entrarão na cultura do Amor e da Luz, o que vos aproximará o mais possível da vossa Divindade.

Porque a energia do Amor/Luz, esvazia os apegos da sua substância, esvazia o vosso mental dos vossos pensamentos e esvazia tudo o que deve ser esvaziado.
Como querem vocês preencher-se se vocês não estiverem antes esvaziados de tudo o que faz a riqueza das vossas vidas encarnadas, mas a pobreza da vossa Divindade?

Pergunta: Seria melhor não fazer mais canalizações de informações em público mas antes canalizações de efusões de energia?
Isso não tem relação nenhuma. Vocês são tributários da vossa língua e do vosso país. Aí, isso não são coisas fáceis porque vocês estão no país da razão.

Ora, a razão é um obstáculo maior à Divindade. Evidentemente os seres que reivindicam esta razão estão muito longe, eu diria mesmo, nos antípodas da Divindade porque Deus não agiu com razão. Ele agiu com Amor, com rigor e com geometria mas não, absolutamente, com a razão.

A razão não pode explicar o Amor, a razão não pode viver de Amor. Então, eu diria que no que se refere ao que vocês chamam as canalizações públicas, em que eu terei prazer de intervir brevemente, isso representa uma forma essencial de, com as palavras, enganar o mental.

Evidentemente o trabalho mais importante se situa ao nível vibratório mas muitos seres humanos, contaminados com tanta densidade, têm tendência a não reter senão as palavras e a esquecer as vibrações que as trouxeram durante esses instantes. E isso é tanto melhor porque isso lhes permite ver ainda quais são os sofrimentos e os pesos que estão neles.

A força de denegrir, de rejeitar, esquecendo mesmo o que foi vivido no sentido das energias, isso vai reforçar os seus pesos, as suas contradições interiores, até que muitas compressões façam explodir os sistemas.

Não é preciso parar nos julgamentos superficiais que podem fazer dizer a certas almas reencontradas, e quaisquer que sejam os seres que intervêm (angélicos, humanos ou outros), «ah, sim, ele não disse a verdade». E que pesos acumulados. Isso é tudo relativo porque o trabalho se faz mesmo que vocês não tenham disso prova absoluta, até mesmo a negação da prova. O aspecto vibratório é capital para além mesmo das palavras empregues quer sejam as minhas ou de outros.

Nesse mesmo momento eu vos faço descobrir um pouco mais de ligeireza, em energia de ressonância, entre a minha consciência e a vossa. A vibração.

A vibração não é cuidar. A vibração é vibração.
A vibração não é polarizada pelo fato de fazer desaparecer isto ou aquilo. É um estado de ser que eu vos faço sentir agora. A entrada em vibração.

Eis o que é a vibração. É o aumento da frequência vibratória. Isso não tem nada a ver com o que vocês chamam um chacra preciso. É um aumento da vibração do conjunto dos vossos constituintes.

Pergunta: Nós temos a possibilidade de a provocar?
Para isso era preciso adquirir totalmente a Divindade.
Vocês podem, contudo, esperar se aproximarem aquando de certos estados interiores.

Pergunta: Como podemos nós desencadear este estado?

Justamente não há como desencadear, é um estado interior, é um estado de ser.
Não é suficiente dizer: «eu vou desencadear isto, eu vou parar de pensar, eu vou parar isto, eu vou-me isolar». É uma vibração. Como esta.

Vocês percebem?


Pergunta: Esta vibração corresponde ao que nós chamamos a energia da quinta dimensão?
Isso é muito diferente. Isso é a essência da Divindade que está para além desta terceira dimensão mas que engloba todas as dimensões para além da dualidade.
Não é absolutamente específico da quinta dimensão.

Pergunta: Pode-se dizer que é a própria essência da energia?
De fato. Nós estamos para além dos chacras, para além da manifestação, para além da coroa na tradição dita hebraica. Isso se chama «o que está além da luz».

Pergunta: Isso significaria que os tratamentos energéticos não são mais úteis?

Eles têm interesse para todos aqueles que permanecem na experiência, evidentemente. A vibração que eu vos faço sentir, vocês perceberam, não é, regra geral, gerada por um ser humano encarnado sozinho, se ele não for assistido por um anjo ou uma entidade que não tenha passado pelos caminhos da dualidade, quer dizer, da encarnação.

Esta vibração é uma vibração específica dos anjos, também das entidades não angélicas, mas, sobretudo, não humanas. O que quer dizer, em contrapartida, que um ser que tenha andado pelos caminhos da encarnação não pode, em caso nenhum, gerar totalmente esta vibração sem o apoio de um anjo.

Pergunta: É necessário que o anjo passe por intermédio de um canal ou ele pode manifestar-se diretamente?

O anjo pode se manifestar diretamente, o que é excessivamente raro.

Pergunta: Há alguns anjos que são mais capazes de fazer viver isso?
A grande maioria dos anjos é, de fato, capaz de fazer a mesma coisa.

Pergunta: Os pesos são necessários, no estado da nossa evolução encarnada, para caminhar para a Divindade e, por outro lado, é uma questão de adquirir mais ligeireza. Isso não é contraditório?
Eu não compreendo o que vocês veem como uma contradição ou uma oposição.
Os pesos dos apegos são um obstáculo à Divindade. Mas, no outro extremo da escala, os pesos e os apegos são tais que eles provocam o acesso à Divindade.

O que isso quer dizer é que não há melhor escolha, melhor caminho em relação a um outro, já que, de qualquer modo, quanto mais vocês adquirem peso, mais vocês terão ligações, mais vocês estarão na experiência, mais a vossa alma terá sede de liberdade. Os dois extremos se tocam.

Pergunta: Há um outro caminho para chegar a esta Divindade?
Nenhum.

Pergunta: Estes princípios são os mesmos, quer se seja humano, não humano, Intra ou Extraterrestres?

Para a terceira dimensão, são sempre os mesmos.

Pergunta: O que se passa aquando da passagem para a quinta dimensão?

A quinta dimensão é um estado onde vocês vão desaprender. É um estado onde vocês vão viver novos paradigmas, novas leis, novos modos de evolução ligados à ausência de dualidade.

Isso faz, no entanto, ciclos inteiros em que vocês se deixam penetrar, pouco a pouco, por esta vibração que eu qualificaria de angélica. Isso leva um certo tempo. Da mesma maneira que a experiência da matéria leva um certo tempo, a fim de vocês fazerem a escolha de ir para maior ligeireza ou para maior densidade. O que, no final, vos permite aceder ao mesmo destino.

É o mesmo na quinta dimensão. Quando vocês tiverem esgotado totalmente as experiências da quinta dimensão, vocês podem então aceder a outra coisa mas isso é um outro tempo e um outro espaço. Não tem utilidade para vos informar hoje.

Pergunta: Quando se deixa a encarnação por morte, encontra-se, de fato, a sua Divindade?
Não, normalmente vocês não têm senão um vislumbre da Divindade que vos permite se regenerarem e se prepararem para a próxima vida porque, o que vos leva, a densidade, através, portanto, da encarnação, está ligado ao que vocês chamam carma que vocês geraram. E eu falo do carma sem conotação negativa. Porque mesmo uma boa ação gera carma e, portanto, a necessidade de voltar.

Nós não temos mais perguntas. Nós vos agradecemos.


Então, saudações a vocês, saudações em vibração; e eu vos digo, certamente, até breve.

Obrigado pela vossa escuta benevolente.


Mensagem do ARCANJO JOFIEL no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=196
05 de abril de 2008
(Publicado em abril de 2008)
Tradução para o português: Cristina Marques e António Teixeira

M.M - http://minhamestria.blogspot.com/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/



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