((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

domingo, 12 de setembro de 2010

EXPERIÊNCIA DE UM LEITOR - DAVID MARINHO

experiencia de um leitor - david marinho



Às vezes sinto, desde que penso que iniciei meu processo rumo ao despertar, muita culpa. Em parte porque sempre fui de me sentir culpado mesmo, é uma coisa que se apoderou de mim de uns 10 anos pra cá e tenho tentado superar, principalmente no atual contexto.

Essa culpa se deve a uma sensação de incapacidade de "despertar", por mais que eu o tente, por mais que de vez em quando sinta pequenos progressos - mas estes parecem tão insignificantes, às vezes... Sinto culpa quando leio determinados textos que contém termos que não compreendo muito bem, como se não estivesse honrando algum tipo de
obrigação de dominar tudo isso praticamente de uma hora pra outra.

Também sinto culpa por não conseguir conversar com Cristo Miguel, Arcanjo Miguel, Esu Sananda, Saint Germain, Mãe Maria, Ashtar Sheran..., e por eles não me darem nenhuma pista, não fazerem nenhuma avaliação do meu desempenho. Enfim, por achar que não faço parte da "panelinha" de amigos Trabalhaores da Luz, Sementes Estelares, pessoas Índigo...

Sinto culpa por nunca ter me dedica do à meditação e por ter agora uma dificuldade incrível para fazê-lo, para conseguir "esvaziar a mente", desde que comecei a tentar praticar. Sinto culpa por achar que não sei ouvir meu coração, que não entendo direito "esse tal" de EU SOU.

Sinto culpa porque sei do meu potencial para chegar à 5D e ainda assim não consigo canalizá-lo direito para "elevar minha frequência". Sinto culpa por achar que ainda me distraio demais com coisas "tão 3D". Mas também sinto a mesma culpa por achar que estou exagerando, desnecessariamente abrindo mão de coisas que fazem "qualquer pessoa normal" feliz.

Também me dá sensação de culpa quando vejo a enrascada que posso estar me metendo, arriscando ficar louco ao questionar cada vez mais os meus conceitos de felicidade, de certo e errado, de mito e ciência, de realidade, enfim.

Sinto culpa quando tento conversar sobre essas coisas de ascensão espiritual e planetária com meus conhecidos e sou prontamente ridicularizado ou ignorado - até quando me dizem que estou "parecendo um evangélico", eu sinto culpa.

Mas aí eu canso de me sentir culpado e resolvo me distrair de tanta culpa. Vou mais uma vez sentar a bunda na cadeira pra tentar meditar e esquecer essa sensação ruim, e "coincidentemente" é nessas ocasiões que tenho os maiores "pequenos progressos" que mencionei. É exatamente nesses casos que ouço melhor a resposta dos amigos não encarnados, ainda que de forma silenciosa, através da presença confortante, mesmo que seja só imaginação. É aí que eu sei que estou na direção certa, que estou cada vez mais perto - na verdade menos longe - de descobrir quem eu sou realmente e me livrar de todas as dúvidas e angústias.

Não estou aqui pra dizer que superei tudo isso e cheguei numa posição confortável, muito pelo contrário. Foi sentindo essa mesma angústia, agora mesmo, somada aos "delicados" (hehe) incentivos do Anthonio a contribuirmos com o blog, que resolvi escrever esse texto. A minha intenção é dizer pra vocês que, não importa o quão impotentes nos sentimos nessa jornada espiritual, essa sensação é apenas passageira - se nós assim o desejarmos. Tenho aprendido muito lendo as mensagens canalizadas, particularmente traduzindo algumas de Saul (recomendo), porém já desisti de esperar que elas me apontem o caminho. Melhor dizendo, já percebi que não é pra isso que elas estão aí.

Os nossos "irmãos mais velhos" são tão gentis conosco e respeitam tanto o nosso livre-arbítrio, que provavelmente nunca vão dizer "VAI TRABALHAR, VAGABUNDO!" ou "FAZ ASSIM! FAZ ASSADO!". Eles apenas dão os toques, delicadamente esfregam nas nossas fuças que ninguém nunca vai nos dizer o que fazer e nem nos obrigar a nada, que nós temos a mais perfeita capacidade de descobrir sozinhos aonde podemos/devemos chegar, e como chegar lá.

Cada vez mais eu vejo que a batata quente caiu nas minhas mãos, e que não adianta jogá-la pro Anthonio, pra Candace, pra Alexiis, pro Saul, pra mamãe Maria, pro papai CM, pro Esu... Ela sempre vai voltar pras nossas mãos, e o melhor mesmo é segurá-la, apesar da quentura, até esfriar. E aí? E depois disso?

Boa pergunta... Vamos nos permitir descobrir?

* * *

Agradeço ao Anthonio pelo espaço para o desabafo e espero poder ajudar a outras pessoas com ele. Recomendo que façam o seu próprio relato, pois muitas respostas me apareceram simplesmente porque coloquei minhas idéias pra fora e as pude ler na tela do computador.

Grande abraço a todos!

David Marinho

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