((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

terça-feira, 21 de setembro de 2010

AMI, O MENINO DAS ESTRELAS - CAPÍTULO 1

emi - o menino das estrelas - capitulo 1

Criei uma nova seção aqui no blog para compartilhar "ESSENCIAIS" . Alguns como o exemplo do texto abaixo, Ami o Menino das Estrelas, indicados por mim, e outros por autores que me enviaram e disponibilizaram o seu trabalho para compartilhar com o desenvolvimento dos leitores.

Ami, o Menino das Estrelas, foi uma peça muito importante para o meu desenvolvimento com passos largos de compreensão do que estamos passando e do que vamos construir. Esta literatura "disfarçada" de livro infantil, nos traz ensinamentos fantásticos sobre o AMOR. Além da grandeza do verdadeiro amor, o livro Ami nos relata sobre muitas tecnologias que, parecem ficção no livro, mas são reais e importantes para muitos compreenderem muitos fatos que estão em andamento, tanto dos fatos catastróficos, como por exemplo os terremotos, como a transição planetária.

CLICANDO AQUI encontrasse mais detalhes sobre o livro Ami, o Menino das Estrelas, e os links para baixar os três volumes. Mas para quem não tem pressa em compreender os fatos, publicarei um capítulo por dia a partir de hoje.

Considerações do Autor, Enrique Barrios:

É difícil aos dez anos de idade escrever um livro. Nesta idade ninguém entende muito de literatura... nem se interessa demais; mas eu vou ter que fazer isso, porque Ami disse que se eu o quisesse ver novamente deveria relatar em um livro o que eu vivi a seu lado.
Ele me advertiu que entre os adultos, muito poucos me entenderiam, porque para eles era mais fácil acreditar no terrível do que no maravilhoso.
Para evitar problemas ele me recomendou que dissesse que tudo era uma fantasia, uma história para crianças.
Eu vou obedecer-lhe ISTO É UMA HISTÓRIA.

Advertência
(destinada somente para adultos)
Não continue lendo, você não vai gostar, daqui em diante é maravilhoso
Destinado às crianças de qualquer nação desta redonda e bela pátria,
esses futuros herdeiros e construtores de uma nova Terra sem divisões entre irmãos.

“Quando juntos se hão de reunir os povos,
e os reinos para servir ao Senhor.”
(Salmo 101:23)

“...e das suas espadas forjarão relhas de arados,
e das suas lanças, foices.
Não levantará a espada uma nação contra outra nação,
Nem daí por diante se adestrarão mais para a guerra.”
(Isaías 2:4)

“...e os meus escolhidos herdarão
esta terra, e os meus servos habitarão nela.”
(Isaías 65:9)



Capítulo 1 - O primeiro encontro

Tudo começou numa tarde do verão passado, numa praia que vou quase todos os anos com a minha avó.
Desta vez conseguimos uma casinha de madeira. Havia muitos pinheiros e boldos do Chile no quintal e, na frente, um jardim cheio de flores. Estava perto do mar, num caminho que leva até a praia.
Iam ficando poucas pessoas porque o verão já estava terminando. Minha avó gosta de tirar férias nos primeiros dias de março; ela diz que é mais tranquilo e mais barato.
Começou a escurecer; eu estava sentado numas pedras altas perto de uma praia solitária, contemplando o mar. De repente, vi no céu uma luz vermelha em cima de mim. Pensei que eram fogos de artifício, desses que se soltam no ano novo. Vinha descendo, mudando de cores e largando faíscas. Quando chegou mais perto percebi que não eram fogos de artifício, porque ao crescer chegou a ter o tamanho de um ultraleve ou até maior...

Caiu no mar a uns cinquenta metros da beira, na minha frente, sem fazer nenhum barulho. Pensei que tinha sido testemunha de um acidente aéreo. Olhei procurando algum paraquedista no céu, não encontrei nenhum. Nada alterava o silêncio e a tranquilidade da praia.

Tive muito medo e senti vontade de sair correndo para contar à minha vovó; mas esperei um pouco para ver se via alguma outra coisa. Quando já estava indo embora, apareceu alguma coisa branca boiando no ponto onde eu tinha visto cair o avião, ou o que quer que fosse: alguem vinha nadando para as pedras. Imaginei que era o piloto, que tinha conseguido se salvar do acidente. Esperei que se aproximasse, para tentar ajuda-lo.

Como nadava com agilidade, compreendi que não estava ferido.
Quando chegou mais perto, percebi que se tratava de um menino. Chegou até as pedras e antes de começar a subir me olhou amigavelmente. Pensei que ele estava contente por ter se salvado; a situação não parecia dramática para ele, e isso me acalmou um pouco. Veio até onde eu estava, sacudiu a água dos cabelos e sorriu; aí eu me tranquilizei definitivamente; ele tinha cara de ser um menino bom. Sentou-se ao meu lado, suspirou com resignação e ficou olhando as estrelas que começavam a brilhar no céu.

Parecia mais ou menos da minha idade, um pouco menor e mais baixinho; usava uma espécie de uniforme branco como de piloto, feito com algum material impermeável, pois não estava molha; sua roupa terminava com um par de botas brancas com solas grossas. Levava ao peito um escudo dourado: um coração alado dentro de um círculo.
Seu cinto, também dourado, tinha de cada lado algo parecido a rádios portáteis, e no centro, uma grande fivela muito bonita.

Sentei-me a seu lado. Ficamos um momento em silêncio; como ele não dizia nada, perguntei o que tinha acontecido.
- Uma aterrizagem forçada – respondeu, rindo.
Era simpático, e como tinha um sotaque bastante estranho, imaginei que viesse de outro país no avião. Seus olhos eram grandes e bondosos.
- Que aconteceu com o piloto? – perguntei. Como ele era um menino, achei que o piloto devia ser uma pessoa adulta.
- Nada. Ele está aqui, sentado com você – respondeu.
- Ah! – fiquei maravilhado. Esse menino era um prodígio! Na minha idade já dirigia avião! Imaginei que seus pais fossem ricos.
Foi ficando noite e tive frio. Ele percebeu, pois me perguntou:
- Você está com frio?
- Estou.
- A temperatura é agradável – disse-me, sorrindo. Senti que realmente não estava fazendo frio.
- É verdade – respondi.
Depois de alguns minutos perguntei o que ele ia fazer.
- Realizar a missão – respondeu, sem deixar de olhar para o céu.
Pensei que estava diante de um menino importante, não como eu, um simples estudante em férias. Ele tinha uma missão... talvez algo secreto... Não me atrevi a perguntar de que se tratava.
- Não lhe dá pena ter perdido o avião?
- Não se perdeu – respondeu, deixando-me sem compreender.
- Não se destruiu por completo?
- Não.
- Como você vai tira-lo da água para consertar... ou não vai poder?
- Oh! sim, vou poder tira-lo da água. Observando-me com simpatia perguntou: como você se chama?
- Pedro – respondi, mas eu começava a não gostar disso: ele não respondia a minha pergunta. Parece que ele percebeu meu desagrado e achou graça.
- Não se zangue, Pedrinho, não se zangue... Quanto anos você tem?
- Dez... quase. E você?
Riu com suavidade, com o riso de um nenen quando a gente faz cócegas nele. Senti que ele estava querendo se mostrar mais importante do que eu, porque ele dirigia avião e eu não; isso não me agradava. Contudo, ele era simpático, agradável, e eu não consegui me zangar realmente com ele.
- Tenho mais anos do que você seria capaz de acreditar – respondeu, sorrindo. Tirou do seu cinto uma espécie de calculadora de bolso, que ele ligou e onde apareceu uns sinais desconhecidos para mim. Fez cálculos e quando viu a resposta me disse sorrindo:
- Não, não... se eu disser você não vai acreditar...
Ficou noite e apareceu uma bela lua cheia que iluminava a praia toda. Olhei para o seu rosto com atenção. Ele não podia ter mais que uns oito anos, e apesar disso já era piloto de avião... Será que era mais velho?... Não seria um anão?
- Você acredita nos extraterrestres? – perguntou-me para surpresa minha. Demorei um bom tempo em responder. Ele me observava com os olhos cheios de luz, dando a impressão que as estrelas da noite se refletiam nas suas pupilas. Era realmente muito bonito para ser normal. Lembrei do avião em chamas, sua aparição, sua calculadora com estranhos sinais, seu sotaque, sua roupa... além disso, era um menino, e nós, meninos, não pilotamos aviões...
- Você é um extraterrestre? – perguntei, com um pouco de medo.
- E se fosse... Você teria medo?
Foi então que eu soube que ele vinha, mesmo, de outro planeta.
Fiquei um pouco assustado, mas seu olhar estava cheio de bondade.
- Você é malvado? – perguntei, um pouco tímido. Ele deu risada, divertido.
- Quem sabe você é até um pouco mais malvadinho do que eu...
- Por que?
- Porque você é um terrícola.
- Você é de verdade um extraterrestre?
- Não precisa se assustar – consolou-me sorrindo e apontou para as estrelas enquanto dizia: este universso esta cheio de vida... milhões e milhões de planetas são habitados... tem muita gente boa ali em cima...
Suas palavras produziam um estranho efeito em mim. Quando ele dizia essas coisas eu podia “ver” esses milhões de mundos habitados por pessoas bondosas. Perdi o medo. Decidi aceitar sem me surpreender que ele era de outro planeta. Parecia amigável e inofensivo.
- Por que você diz que os terrícolas são malvados? – perguntei. Ele continuou olhando para o céu e disse:
- Que belo é ver-se o firmamento daqui da Terra... Esta atmosfera lhe dá um brilho... uma cor...
Não estava me respondendo outra vez. Novamente me aborreci; além disso eu não gosto que pensem que eu sou malvado, não sou mesmo, ao contrário: queria ser explorador quando fosse grande e caçar gente malvada nos momentos livres...
- Lá nas Plêiades, há uma civilização maravilhosa...
- Não somos todos malvados aqui...
- Veja essa estrela... ela era assim há um milhão de anos... já não existe...
- Eu disse que não somos todos malvados aqui. Por que você disse que todos os terrícolas são malvados? Ein?
- Não foi isso o que eu disse – respondeu sem deixar de olhar ao céu; seu olhar brilhava- É um milagre...
- Você disse!
Como levantei a voz, consegui tirá-lo dos seus sonhos; estava igual a uma prima minha quando fica olhando a foto de seu cantor preferido; ela está louquinha por ele.
Olhou-me com atenção; não parecia estar zangado comigo.
- Quis dizer que os terrícolas não são tão bons como os habitantes de outros mundos do espaço.
- Esta vendo? Você está dizendo que somos os mais malvados de Universo.
Ele riu de novo e me acariciou os cabelos.
- Também não foi isso o que eu quis dizer.
Aí eu não gostei nada. Puxei a cabeça para trás. Se tem algo que eu não gosto é de que me tratem como um bobo, porque sou um dos primeiros da minha turma, além disso vou fazer DEZ ANOS.
- Se este planeta é tão ruim, o que é que você está fazendo aqui?
- Você já reparou como a lua se reflete no mar?
Ele continuava a me ignorar e a mudar de assunto.
- Você disse para reparar no reflexo da lua?
- Talvez... Você já percebeu que nós estamos flutuando no universo?

Quando ele disse isso, achei que tinha entendido a verdade: esse menino estava louco. Claro! Pensava que era um extraterrestre, por isso dizia coisas tão estranhas. Eu quis voltar para casa, de novo me sentia mal, mas agora, por ter acreditado em suas histórias fantásticas. Ele estava caçoando de mim... extraterrestre... e eu acreditei!. Senti vergonha, raiva de mim mesmo e dele. Tive vontade de dar-lhe um murro no nariz.
- Por quê? O meu nariz é muito feio?
Fiquei paralisado. Tive medo. Ele tinha lido o meu pensamento! Olhei para ele. Sorria vitorioso. Não quis me render, preferi pensar que isso foi por pura casualidade, uma coincidência entre o que eu pensei e o que ele disse. Não demonstrei surpresa, quem sabe era verdade, mas eu tinha que comprovar... talvez estivesse diante de um ser de outro mundo, um extraterrestre que podia ler o pensamento.
Decidi colocá-lo à prova.
- Que estou pensando agora? – disse isso e fiquei pensamdo num bolo de aniversário.
- Não são suficientes as provas que você já tem? – perguntou. Mas eu não estava disposto a ceder nem um milímetro.
- Que provas?
Esticou as pernas e apoiou os cotovelos nas pedras.
- Veja, Pedrinho, existem outros tipos de realidades, outros mundos mais sutis, com portas sutis para inteligências sutis...
- Que significa sutis?
- Com quantas velinhas?... – disse sorrindo.
Foi como um soco no estômago. Tive vontade de chorar, senti-me tonto e fraco. Pedi que me desculpasse, mas ele não se incomodou por aquilo, não prestou atenção e deu risada.
Decidi não duvidar mais dele.

(amanhã o capítulo 2 será publicado)

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Resenha Biográfica de Enrique Barrios


Enrique Barrios, Santiago de Chile, 1945, é um escritor e viageiro e dono de uma alma inquieta e buscadora, que o levou a visitar países nos cinco continentes em sua juventude, dando uma volta completa ao mundo.

Em 1984 descobre sua missão, seu real propósito de vida. Vislumbra algo que para ele constitui a Suprema Realidade do Universo, um conceito ou vivência que experimenta em um raro momento de expansão de consciência, algo que será a base de toda sua futura obra literária: o Amor.

O Amor como Força Universal, como Divindade, como Deus mesmo, e daí vem sua frase:

"O Amor não é manifestação de Deus, mas sim a Presença de Deus".

Esta compreensão, tão difícil de ser assimilada com um olhar alheio e superficial, sem um aprofundamento maior, é para ele o elemento universal e absoluto que buscava, que não é uma crença, mas sim uma realidade que todos podem perceber e vivenciar, porque todos (ou quase todos) podem experimentar Amor. O Amor subjaz todas as religiões, está nos fundamentos de todas elas. É por isso que todas nos impulsionam a seguir os Mandamentos do Amor.

Tal compreensão foi só um ponto de partida para toda uma filosofia espiritual que foi adquirindo forma e sentido em sua alma e que ele registrou posteriormente em sua primeira obra escrita: O Livro de Deus Amor.

Ami viu a luz no Chile em Março de 1986 e foi escrito em apenas 8 dias. Nesta segunda obra EB soube transmitir muito bem os fundamentos da importante e profunda mensagem que recebeu e que já havia expressado antes no Livro de Deus Amor.

Ami está escrito em um estilo simples, ameno e divertido, ensinando lições profundas em meio a viagens espaciais e aventuras diversas.

Pode-se dizer que de 1984 em diante a missão de Enrique Barrios começou e não parou mais. Ele escreveu até o momento um total de doze títulos.

Atualmente vive no Brasil e se dedica a atender e dirigir o Instituto Ami-Ophir, instituição virtual de cunho fundamentalmente educativo, não religioso, orientada à elevação do nível de "Consciência-Amor" individual e grupal da humanidade.

EB afirma que a necessidade de criar uma instituição educativa que respalde, aprofunde e complemente o conteúdo de suas obras literárias, nasceu do fato de que "os livros de ginástica não fortalecem os músculos, mas os exercícios de ginástica sim" e o mesmo acontece no terreno do crescimento pessoal, onde o conhecimento que se pode transmitir através de livros é limitado e por mais que se leia muito, se não há exercícios regulares, nada muda.


VEJA TODOS OS CAPITILOS NA SEÇÃO: "ESSENCIAIS"

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C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/


 

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