((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

SOMOS ETs NO NOSSO PRÓPRIO PLANETA?

somos ets em nosso proprio planeta...

Ilustração: copyright, 2006, António Rosa [Cova do Urso]

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Fonte informativa principal para este texto:
O “
Livro de Urântia” - clicar: 123456

Todas as citações neste texto são do “Livro de Urântia”.

Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no texto foram escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado, com pequenas alterações, a 22 Agosto 2010.

Aviso: Para os mais apressados será um texto longo e potencialmente aborrecido.

Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais. Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto: a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra – Urântia, como parece ser conhecido no cosmos.- b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, que mais parece ficar reduzida a uma espécie de ecrã (tela) muito pequeno. O “filme” das nossas vidas passadas aparenta possuir apenas uma bobine, em vez de 3, 4 ou 5, além de não conseguir passar em ecrã gigante e de alta definição. Hoje já não são bobines, mas sim 'megabytes' de imagens e sons.

Aparentemente, a mente ternária – aquela que pertence ao nosso aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas havidas desde os egípcios até hoje, ou uns tempos anteriores. Os tais 5.000 anos (números redondos) que mencionei acima. Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra [Urântia].

Obviamente, o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. Nem nos permite, ainda, em plenitude consciente. Parecia que estávamos comprimidos neste sistema de gravidade do nosso planeta, como uma lata de coca-cola, enquanto está fechada.

No entanto, desde os anos 80, a malha magnética terrestre foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha muito mais aberta e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta. Os leitores da entidade conhecida como «Kryon» sabem do que estou a falar. Dizem os que sabem, que em breve até essa malha mais aberta será removida.

Em termos astrológicos, a abertura da malha magnética do nosso planeta corresponde à transição da caminhada de Plutão de Balança/Libra para Escorpião. Seria interessante que estudiosos da astrologia investigassem esta correlação astrológica. Um dia isso terá que acontecer para trazer maior clareza a estes assuntos.

Indo à razão deste texto. Quase todos somos ET’s, no estrito sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Não serem naturais de Urântia [Terra], conhecendo-se poucas excepções. Pertencemos a esferas [planetas] que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste artigo e requer uma explicação separada que já existe, se investigarem na internet.

A nossa origem Extra Terrestre também parece ser uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.

O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Foi assim que começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.

Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:



Visão a partir dos hemisférios norte (em cima) e sul (em baixo).


Na primeira metade do século XX surgiu o Livro de Urântia [clicar] [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Criei a ilustração no topo do artigo para tentar mostrar, em grá
fico e de uma forma simplificada e bastante grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos, portanto, sobre as nossas origens cósmicas.

A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador [não é erro de escrita] dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.

“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.” [in 'Livro de Urântia']

“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.” [in 'Livro de Urântia']

Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados na ilustração ao lado (igual à do topo), rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso, nesta fase da nossa vida, está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.

O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores, por sua vez divididos em 100 Sectores Menores. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples e algo abstractos, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.

À semelhança de Havona, existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor, em cada Sector Maior, em cada Superuniverso. Pensemos mais ou menos assim, comparando a organização administrativa de um Superuniverso, à forma como o nosso país [Portugal] está organizado e passe a vulgaridade do exemplo: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um distrito e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país. Repito, passe o exagero desta comparação. Apenas para entendermos do que estou a falar. No Brasil, seria mais ou menos assim: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia [não tenho a certeza se no Brasil dão o nome de 'freguesia']; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um Estado ou Distrito Federal e, finalmente, o Superuniverso corresponderia ao país.

O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção ao norte.

O Universo Local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona.

O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome, segundo o Livro de Urântia é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica. Lúcifer é outra projecção desta mesma energia. Aliás, todos nós, ou quase todos nós. Quando alguém faz uma prece ou uma oração a Deus, ou quando fala com Ele ou O sente, na verdade está a contactar a energia divina do Filho Criador Micah, o governante do nosso universo local Nebadon.

Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado terrestre mais longínquo, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro. Conhecem aquele conceito bíblico de «muitas moradas do Pai»? É a isto que se está a referir. Não é o céu, purgatório ou inferno. São mesmo «moradas físicas» - sistemas, mundos, planetas, estrelas, etc. Em múltiplas dimensões. Nem todas as moradas do Pai estão ao nível de Urântia, na terceira dimensão. Isso é outra história.

Urântia [Terra] pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração ao lado, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.” [in 'Livro de Urântia'] [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.” [in 'Livro de Urântia']

Em noites límpidas e sem luar, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno.

Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”.

A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é entre os graus 26 a 28 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento. Não sei se estão ao corrente do grande debate astrológico ocorrido em todo o mundo, em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário, correspondentes ao chamado Centro Galáctico. Pois! Plutão fazia conjunção a esse Centro Galáctico, a esse núcleo central de Orvoton, o nosso superuniverso, o 7º. Neste debate houve de tudo – a favor da ideia e contra a mesma. Em 2012 será o Sol a alinhar por esse Centro Galáctico. Na verdade, já se iniciou esse alinhamento.

Continuando, esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia [Via Lactea] e a localização cósmica do nosso Sol são conhecidos há cerca de 80 anos terrestres. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas com toda uma corte majestosa de esferas [planetas]. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.

“Os astrónomos de Urântia [Terra] identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.” [in 'Livro de Urântia'] Muito mal comparado: é como se em Portugal, os cientistas apenas conhecem a existência de todos os distritos, excepto Açores e Trás-os-Montes; e no Brasil é como se não conhecessem a existência de apenas dois Estados, estando o resto muito bem mapeado. Os astrónomos do nosso planeta não conseguem ver 2 Sectores Maiores do nosso superuniverso Orvoton.

A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Além de não conseguir avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 13 a 15 milhares de anos, tempo calculado pelos cientistas terrestres. Imenso.

“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitectónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.” [in 'Livro de Urântia']

“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia [Terra]. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.” [in 'Livro de Urântia']

Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no nosso planeta –, foi colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode. Simples réplica do que os seus genes dizem para fazer.

Que fizeram os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses em África, Ásia e Américas? Colonizaram, apoderaram-se, dominaram, escravizaram, exploraram, roubaram. Mas também fizeram coisas muito boas, pois era o sistema evolutivo a funcionar. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os seres humanos de então, nós mesmos, enquanto antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje conhecemos como não-confederados. Como sempre – os bons e os maus. Como nos filmes. No entanto, esta situação alterou-se, pois o universo assim o quer, por ser UNO. Estão à volta do nosso planeta mais de 250.000 culturas espaciais para nos apoiarem, por amor. Os sirianos serão os primeiros a desvelarem-se, pois são, na prática, os Pais principais da nossa raça-raíz.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Desde há dezoito milhões de anos atrás, das primeiras formas humanas físicas (que ninguém se consegue lembrar nas suas regressões a vidas passadas), o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.

Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana, quando saiu da condição moroncial para a física. Hoje somos a 5ª raça raiz em transição para a 6ª e 7ª raça raiz. Entretanto, hoje em dia, uma quantidade importante de pessoas em todo o mundo, está muito ocupada com questões como os “starseed”, os “índigos”, os “cristais”, os “dourados”, os “esmeralda”, funções das próximas raças raízes.

O nosso planeta é muito jovem, mas apesar disso foi necessário um longo processo de 18 milhões de anos terrestres a receber a ajuda da Fraternidade Branca [clicar], criada por Santa Kumara para que o processo evolutivo não descambasse e se mentivesse no seu rumo. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, tendo o cosmos como origem. Agora, chegou a vez de nos 'recordarmos'. Sempre fomos 'antigos', apenas não nos lembrávamos. Agora, sim, começamos a recordar-nos da nossa condição e convivência divina.

Então, voltando ao início do nosso texto, porque será que a maioria das pessoas, quando pensa em vidas passadas, fica-se habitualmente pelos últimos 5.000 anos da nossa história? No entanto, já começa a haver outras visualizações de vidas passadas. Haverá algum condicionalismo genético que nos impede de ir mais atrás?

Segundo o Livro de Urântia, somos originários de sistemas distantes, e que viemos para o nosso planeta muito antes das espécies evolutivas nativas se terem desenvolvido. Nessa fase não havia ainda o actual processo de reencarnação. Vivemos aqui há tempos imemoriais. Não temos memória disso.

Estivemos nesta esfera em outras condições e outras tarefas. As memórias lemurianas e atlântidas estão a brotar com mais intensidade, alargando-se assim, as memórias de vidas passadas. Da mesma forma que ficámos presos na malha magnética terrestre, que se foi intensificando pelas energias sombrias do comportamento humano, encontramo-nos agora no processo inverso: a malha magnética a abrir-se preparando-se para transformar essas energias negativas colectivas - guerras, crimes, desamor, materialismo, ganância, etc.

Meditar ajuda muito neste processo, mas não é suficiente, pois temos que mudar o comportamento atávico que nos acompanha. Afastar o «medo», mesmo o inconsciente, é a grande chave para começarmos a libertar as nossas energias positivas. A astrologia pode ajudar imenso neste processo espiritual.

Aos poucos estamos a sentir e perceber que parece sermos ET’s em Urântia. Ao longo de eras incontáveis aprendemos a amar este planeta, que é o nosso actual lar, além de ter vida evolutiva própria. As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa, porque essas memórias foram activadas. Meditar é um bom processo para serenar as memórias das nossas células biológicas e atávicas. Sem medo.

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Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis». Os apontamentos astrológicos inseridos no textoforam escritos para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008. Está a ser republicado sem alterações a 22 Agosto 2010

Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa

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