((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SOBRE AS CRÍTICAS ÀS CANALIZAÇÕES E ALERTAS - MARTIUS DE OLIVEIRA

sobre as criticas canalizaçoes e alertas


Pessoal:

Tenho acompanhado ultimamente as postagens neste blog e a miríade de dúvidas e colocações que foram suscitados entre todos os leitores. O conteúdo do que temos discutido de forma aberta e democrática, aduz a uma série de considerações e ponderações saudáveis sobre a natureza e conteúdo das mensagens que recebemos. Esta semana, tive a grata oportunidade de me deparar com um texto de Ramatis psicografado por Hercílio Maes em 1956, que acredito conter valorosos conselhos e orientações para todos nós. Como não me foi possível reproduzir na íntegra todo o conteúdo do texto, extraí dele os pontos que julguei mais importantes e relevantes à discussão em pauta:

(...) Embora as mensagens apresentem o atrativo de "fim dos tempos", a sua importância está na modificação que operar no coração daqueles que as aceitam, não nos interessando louvores aos nossos espíritos. para nós, a obra vale pelo que é e não pelo apego que possamos ter para com ela. Atuamos num setor de alertamento espiritual, corajoso e decisivo, em todas as latitudes de interpretações filosóficas e religiosas. Isto posto ainda que a opinião geral a nosso respeito possa ser abalada no seio de um sistema, de uma doutrina ou de um agrupamento à parte, isso só provará, incontestavelmente, que não pretendemos agradar a grupos específicos, mas a todos, em geral, por mais que se afirmem portadores de maiores verdades. (...) Não consideramos as censuras de reencarnados ou de desencarnados, aos nossos propósitos, como libelos contras as nossas individualidades, mas apenas como ensejos para esclarecimentos evangélicos. Quanto ao julgamento a ser atribuído ao médium que recepciona estas mensagens, deve ele compreender que é apenas uma figura humana, provisória, investida nas funções de modesto instrumento de trabalho a favor dos que são simpáticos aos nossos pensamentos. Cumpre-lhe, na consciência espiritual, isentar-se de qualquer animosidade fraterna (...).

Censuradores e censurados, críticos e criticados, todos ainda são vítimas dos ciclos reencarnatórios da Terra, na melancolia das vidas físicas. Por muitas vezes, Deus vos reunirá, ainda, novamente na Terra, no mesmo diapasão de trabalho, para novos reajustes espirituais. Na qualidade de viageiros para os mesmos destinos, os atritos e os ressentimentos que porventura se registrarem só poderão fazer com que vos demoreis na caminhada para a ventura final. Eis os motivos por que aconselhamos ao nosso sensitivo que mantenha a máxima serenidade diante de qualquer censura ou crítica alheia; que seja ela aceita como a brisa suave, que apenas encrespa de leve o dorso do lago sereno do espírito, mas nunca como a tempestade incontrolável, que pode também remover o lodo do fundo do lago. (...)

Não vemos razões para que contorneis problemas, censuras ou pensamentos emitidos a respeito de nossas modestas mensagens. O que é feito à luz do dia também pode ser discutido nas mesmas condições. É possível que na Terra se guarde sigilo ou se evite, diplomaticamente, tratar de assuntos nevrálgicos; mas deste lado tudo é diáfano e visto à luz da visão espiritual. Achamos infantil o vosso temor de apreciar em público as censuras atribuídas a nós ou ao nosso médium, de vez que não estranhamos a naturalidade de tais censuras, sobre as quais estamos dando explicações (...)Apreciamos com simpatia todo esforço em prol de segurança doutrinária para o bem do espírito. Não vemos motivos para censurarmos essa disposição natural do espírito humano. (...)

Embora estejamos transmitindo mensagens com a única finalidade de despertar o mecanismo de vossos raciocínios para vários labores espiritualistas no mundo, reconhecemos o justo temor com que estamos sendo recebidos por aqueles que nos julgam demolidores de suas doutrinas. (...)

Se o espírio humano pudesse abranger toda a área da "Consciência de Deus", naturalmente eliminaria a sua idéia de "defeitos alheios", pela razão de não mais existir o "alheio", ante uma só consciência portadora de toda a vida. Essas razões nos aconselham a que aceitemos sempre todas as censuras à conta de insuficiência espiritual e não de culpa para com o código divino. A crítica e o julgamento revelam sempre o estado espiritual daquele que os emite, e que deve ser considerado de acordo com as emoções e sentimentos que mesmo julga serem os melhores. O julgamento é um esforço humano para fazer sobressair a figura passageira no mundo das formas, embora acarrete estagnação na caminhada do espírito. (...) A coesão crística só poderá ser conseguida pelo amor, pela bondade e pela absoluta tolerância com o entendimento alheio.

Martius de Oliveira

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