((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PERDER A ESPERANÇA - O ÚLTIMO APEGO

perder a esperança - o ultimo apego

Mensagem de Lauren C. Gorgo
Segunda 16 Agosto 2010


Lembrai-vos na última actualização quando eu disse… “se nós pudermos caminhar através desta porta MUITO estreita, inteiramente presentes e completamente livres de uma agenda, experienciaremos a maior mudança em muitos níveis”?

Bem, não que fosse necessário dizer-vos, mas nós estamos ainda a tentar comprimir os nossos eus de corpo inteiro através desta pequena abertura. E a nossa média de sucesso… ou a facilidade pela qual isso acontece… tem tudo a ver com a parte de “completamente livres de uma agenda”.

Verdade seja dita, a maior parte de nós quer atravessar essa porta de maneira tão má que tentamos tudo o que podemos pensar para deitar essa porta abaixo e sumirmo-nos daqui para fora.

Estamos a ser forçados, através de pura frustração, a encontrar o nosso caminho de saída desta caixa paradoxal onde nos trancámos a nós próprios… forçados a rendermo-nos a uma nova maneira de ver e de fazer as coisas, acedendo e usando um conjunto inteiro de novas ferramentas num campo inteiramente novo da experiência humana.

Tentando e Espreitando

As últimas semanas… mas especialmente dias… abundaram sentimentos de desesperança e de desespero. Temos tentado freneticamente aceder a este portal para as nossas novas vidas, raspando as unhas no sentido contrário, na busca de agarrar mesmo o mais ínfimo fragmento que nos ofereça a possibilidade de espreitar por essa porta entreaberta.

De todas as vezes que encontramos um sulco suficientemente profundo para alavancar a magnitude da porta perdemos a nossa força do punho, a porta fecha-se e nós voltamos para os nossos antigos caminhos, para aquelas velhas energias que lutamos para nos vermos livres.

Os nossos corpos físicos ainda gritando… “TTIOOOOOOO!”, resistindo ao completo desafio de integrar outra onça de luz ou empurrar o nosso caminho por mais um dia, sem o resolver.

Mas, mesmo com toda a resistência que estamos a enfrentar, estamos a ser informados de que há, de facto, uma porta aqui… e que HÁ um caminho através dela… e correndo o risco de reutilizar algumas banalidades esgotadas…nós não podemos simplesmente forçá-la a abrir-se com as nossas mãos, apenas podemos abri-la com os nossos corações.

Avançar através desta “zona activa de morte” exige que libertemos todas as resistências mentais e emocionais… que nos fixemos inteira e completamente no presente de desconforto para que possamos sentir o nosso caminho para o outro lado. É quase como se esta porta existisse apenas para aqueles que não a querem… mas, mais apropriadamente, esta porta existe apenas para aqueles que não “precisam” dela.

O que nos traz de volta para a velhíssima anomalia… como NÃO querermos algo que tão desesperadamente queremos?

E a resposta é sempre a mesma…temos que libertar o apego aos nossos desejos… deixar ir através da entrega na completa aceitação do que é. Não se trata de irmos perder os nossos desejos sinceros do coração no outro lado, é que eles devem ser desconectados, actualizados, reinstalados, afinados e completamente livres do apego humano.

Escavando Fundo

Os Arturianos estão a dizer-me que…”houve um tempo em que cada um de vós foi guiado para o espaço do não espaço, quando mais facilmente se libertariam a vós mesmos da escravidão. Mas, agora, nas horas finais e com o sentimento desesperado de quererem avançar de maneira tão má, vós sois incapazes de encontrar e de vos fixardes nesse mesmo sentido de alívio”.

Caramba, estão a ver? Agora admitindo, eu sou tão culpada disto como o idiota médio que concordou com esta viagem semi-cozinhada… esperai, concordámos nós com isto?... Mas, de algum modo, por alguma funesta força maior do que nós, ainda assim não podemos desistir. NÓS TEMOS de lembrar… agora mais do que nunca… que por baixo da morte como a fadiga e a desconexão, temos ainda dentro de nós o poder de nos puxarmos através destas portas… apenas é tão fácil perder a noção disto na frustração instalada dos nossos implacáveis lodos.

E se este não fosse um objectivo suficientemente ambicioso, temos ainda que perceber que esta frustração também tem o seu divino propósito… é o momentum de construção de um desejo puro por alguma coisa melhor, que se vai acumulando como a pressão de um motor de combustão aplicando a força irracional nos nossos renovados êmbolos, a fim de podermos ser catapultados para as nossas novas vidas.

Então, mesmo apesar de estarmos muito além de exaustos e cansados…, estamos ainda a ser instados a lembrar que há sempre um caminho para a paz… mas aceder a este espaço exige uma mudança de perspectiva… uma libertação… uma entrega…e um deixar ir de inigualável proporção.

Perdendo a Esperança

Eu referi, recentemente, que este processo de deixar ir era muito semelhante à morte física em que nós primeiro libertamos todos os apegos emocionais para ir para o outro lado onde o amor abundará em maior medida.

É da nossa natureza segurar… mas, justamente como todos os finais, o desejo de segurar começa a diminuir e nós somos levados a encarar a incerteza de “o que se segue?”

Neste momento, estamos na fase de libertar as mais profundas leis do apego humano e isso inclui o desejo de os manter por mais tempo bem como à nossa companheira de há muito tempo... a ESPERANÇA. De uma perspectiva mais alta, a esperança é realmente apenas resistência disfarçada. É uma expressão doce disfarçada de dúvida, desconforto com incerteza, insatisfação com o que-é e uma incapacidade de entrega à presença completa.

Porque estamos a avançar tão inteiramente para os nossos eus autênticos, estamos a perder a nossa força e habilidade de nos agarrarmos a qualquer coisa… e a esperança é a última a ir. Contrariamente à visão de Forrest Whitker, em 1998… a esperança não flutua aqui. Na verdade, ela irá afundar-nos se a tentarmos segurar.

Então, não fiqueis alarmados ou confusos se não puderdes reunir a energia para continuar a a-cre-ditar no resultado desta jornada… pois não é suposto fazê-lo. Literalmente, não podemos levar a esperança connosco porque é demasiado densa.
Essencialmente, esperança é um derivado de falta… de não-ter, mas querer… de incompletude… e ela simplesmente não pode ser mantida nas vibrações mais altas de plenitude. Para onde vamos, a esperança é transformada em conhecimento e a paz vem com a presença quando estamos na plena aceitação do que é, sem querer que nada seja diferente. Este é a última etapa da entrega, e a única que é exigida para passar.

Em vez de ter esperança de que as coisas sejam diferentes neste ponto, precisamos de fazer a aproximação oposta… precisamos que o coração inteiro sem reservas se entregue tão completamente ao desconforto e à incerteza que emerjamos do outro lado com conhecimento visceral…seguros da nossa mestria e da habilidade de a manter.

Todas as ilusões/desilusões, esperanças, sonhos, expectativas, etc… qualquer coisa que tenhamos fabricado nas nossas mentes ou usado como combustível… ou cenouras!.. para nos manter indo, ou impulsionando até aqui, deve agora ser solto para que caibamos através dessa porta. E apenas para sermos claros… a passagem é construída no limiar de fins E de começos… quando nós circulamos completamente, o fim do velho é apenas o começo do novo… é por isso que acontecem simultaneamente.

Quando em dúvida, lembrai-vos de que é a fé, não a esperança, que se erguerá com o novo sol.

E lembrai-vos que não é que não possamos ter, manifestar ou adquirir os nossos sinceros desejos que serão queimados dentro dos nossos diagramas galáctico-genéticos, mas cada passagem se vai tornando cada vez mais pequena e cada um tem de deixar ficar para trás cada vez mais para o conseguir fazer… deixar ir o que percebemos que precisamos a fim de sermos autênticos e verdadeiros… onde verdadeiramente experienciamos com cada fibra do nosso ser que, realmente, nós já temos tudo.

Estamos oficialmente quebrando as camadas mais putrificadas de sedimentos que existem nas camadas mais profundas do nosso ser. Estamos a tornar-nos receptáculos completamente vazios (neutros) para que a luz da nossa divindade possa preencher cada canto e recanto das nossas profundamente escavadas pessoas.

Este profundo deixar ir é desconcertante de experienciar, e leva-nos através dos desafios mais obscenos a encarar as nossas sub-criações e limitações. Podeis estar a pensar para vós mesmos… o que é que eu posso possivelmente ter deixado de soltar… e, como ainda estamos segurando a frustração nesse momento, apenas aí somos confrontados com a constatação de que estamos ainda impedindo de deixar ir a frustração. Sim, dominar é uma zombaria.

Acontecimentos Físicos

Tudo dói.

(Para sintomas mais detalhados e informação, verifique em TWYH forum.)


O Mergulho

A prova física das nossas aquisições galácticas e terrestres está a chegar a uma conclusão, pronta a rebentar como o dilúvio de Noé e a inundar as nossas vidas largamente vazias. E, embora possamos sentir-nos incapazes de a-cre-ditar mais nessa verdade, os invisíveis estão a dizer… deixai ir isso também!”

Para aqueles de vós por aí que não soltam essa discussão da divisão… o tempo é de mergulhar! Não há literalmente nada deixado para manter e, por boa razão…, porque não há nada deste lado que possamos levar para o outro… a única coisa que permanece é a vossa confiança naquela calma voz interior… a voz que nos está a empurrar apesar de toda a resistência e frustrações, as quais até somos contra.

É muito fácil de compreender como soltar o último fio pode ser uma experiência libertadora, mas na verdade fazê-lo… descascar os nossos dedos das únicas coisas que deixámos para podermos manter… a-cre-ditar em… ter esperança em… é todo um outro jogo de bola.

Ficai descansados, nós vamos fazê-lo, quer queiramos ou não. Pode não ser bonito… pode não ser divertido…mas, de algum modo, de alguma maneira, nós estamos a passar através daquela porta danada!

A Chave

O processo de expansão, muito naturalmente, obriga-nos a superar o nosso passado… para o ponto em que não sentimos nada aqui como remotamente bom ou interessante e o tédio toma conta de nós conforme nós gingamos em volta do vazio, à espera que o nosso novo nível de re-ligação tome posse. Estamos tão aborrecidos aqui que até o tédio é aborrecido.

E se vós sois como eu, então estais especialmente entediados com todo o processo e atingiram absolutamente o limite com toda esta conversa de ascensão, conversa, conversa. Pessoalmente, eu não posso mesmo continuar a olhar para o mundo sem querer atingir-me com um objecto pontiagudo. Algumas manhãs levanto-me e penso, não há mais NADA a dizer… nós eventualmente não podemos falar durante mais… um… dia… disto. E, claro, nós fazemo-lo.

Isto porque explorámos o território todo aqui e estamos a ir caminhando…oh Deus por favor… para um lugar onde teremos novos interesses ou reconsideraremos interesses já existentes, que terá finalmente um solo fértil para substituir a terra estéril que desactivou o crescimento dos nossos sonhos de uma dimensão mais elevada. Nos nossos jardins, contudo, os nossos propósitos criarão raízes facilmente porque o solo contém o equilíbrio adequado de nutrientes para os sustentar e nutrir.

De meados de Agosto até início de Setembro, continuaremos a assimilar esta enorme expansão que nos está a impulsionar para fora das nossas velhas vidas… se bem que, com um pouco mais de conexão… e para a nova estrutura através da qual agiremos. Podeis descobrir que finais repentinos são imediatamente substituídos por novos começos e que muito disto acontece com ou sem o vosso envolvimento. Isto é como deveria ser.

Estou a ouvir que nas próximas semanas nós estaremos, intermitentemente, acedendo a novos domínios. Uma espécie de almas recém-nascidas tentando aterrar nas dimensões mais baixas durante estes estádios iniciais de encarnação… e claro, dormindo como eles também… um dia poderemos atravessar para o outro lado, e no seguinte podemos ser proibidos de entrar, mas, de cada vez que somos bem sucedidos, começaremos a compreender intimamente a nossa habilidade para criar sem resistência e a perceber que isto é exactamente como sempre esteve destinado a ser.

Assim, de cada vez que experienciardes sofrimento, lembrai-vos de que todo o sofrimento é resistência ao que-é.

Há apenas uma combinação para a fechadura dessa porta que nós estamos a tentar atravessar: entrega-aceitação-aceitação-deixar ir.

Cada vez que vindes abaixo e encontrais a habilidade de abraçar a incerteza, de acolher o desconforto…

Direita, esquerda, esquerda, direita, CLICK…

…estais dentro!

Para queda livre…

Lauren

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Tradução: Ana Belo anatbelo@hotmail.com

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Anjo de Luz

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