((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O MEU, O SEU, O NOSSO LIVRE ARBÍTRIO - ANTHONIO MAGALHÃES

o seu o meu o nosso livre arbitrio...



O livre arbítrio é uma lei universal respeitada e intocada até por Deus. Compreender o que realmente significa esta lei é um grande passo para evolução espiritual de cada um. Mas, mais do que compreendê-la, é fazer desta compreensão uma prática diária.

Na 3D muitos hábitos e costumes de pessoas que dizem que conhecem e exercem o livre arbítrio são extremamente equivocados. Um dos milhares de exemplos e, o mais clássico, é aquele de usar de boa fé e amor no coração para cometer um erro grave, sim, erro grave, o de rezar para alguém sem que o mesmo tenha pedido. Surpreendi muitas pessoas agora. Mas é isto mesmo, por mais que o seu coração seja caridoso e benevolente, rezar para, ou, por alguém, a menos que o mesmo tenha lhe pedido, é um erro grave de interferência de livre arbítrio. Alguém já pensou sob está ótica? O quanto isto interfere na vida de uma pessoa?

Um outro fator gravíssimo são os conselhos sem solicitação, a iniciativa não solicitada e equivocada, geralmente promove um resultado desastroso sem que o oportuno conselheiro perceba que pode desencadear mudanças radicais por toda a vida de alguém que não lhe solicitou a opinião, mas ouviu e permitiu-se à revelia, ser inconscientemente influenciado pelo maléfico “se”, a dúvida.

A compreensão do livre arbítrio é um grande passo evolutivo que nos proporciona saltos gigantescos e satisfatórios, mas uma parte desta compreensão é extremamente dolorosa, acredito que seja uma das situações mais difíceis para qualquer ser humano que caminha despertando. Vou mencionar alguns exemplos desta parte dolorosa:

Neste período de conclusão de ciclo, os “RE-ENCONTROS” são muito comuns. Almas que caminham juntas há éons e aceitaram uma missão neste planeta durante a transição planetária. Em muitos casos, mesmo com um “re-encontro” com distância física, apenas uma destas almas já “re-lembrou/re-conheceu” a outra alma querida recém chegada. Enquanto almas, sobretudo, nos encontros diários no astral, ambas sabem que o respeito à lei universal do livre arbítrio, não permite falar ou fazer algo que influencie os atos da alma ainda não desperta. A alma consciente sofre como uma criança com fome, sente dor como um paciente terminal sonhando com a cura. Este silêncio não pode ser quebrado, e, se algo for exposto, automaticamente a possibilidade de convivência deste “re-encontro” mágico é cancelada. Este pequeno exemplo nos dá uma boa noção de responsabilidade e respeito ao livre arbítrio.

Um outro exemplo que “posso” compartilhar, é o de estar nesta condição como responsável por um blog que trata destes assuntos. Diariamente eu recebo muitos e-mails de pedidos de ajuda, curiosamente, em 99% deles, a resposta está nas mesmas palavras que eles usaram para a pergunta. Alguns até detalham a própria resposta e só resta a qualquer ser primitivamente pensante responder “SIM”. E eu, com muito cuidado, procuro me esquivar desta resposta, óbvia e até sugerida pelo inseguro de si. Da maneira mais sucinta possível, mesmo que minhas palavras sejam retas e não agrade, quase sempre. Por todos, eu torço, fico com vontade de escrever em seguida para saber como está e se o passo adequado foi dado, mas não posso em respeito ao livre arbítrio desta pessoa.

Falando agora de mais um exemplo. Eu tenho certeza que algumas pessoas que começaram a caminhar comigo, em algum momento me acharam egoísta pensando que não compartilhei as minhas conquistas. Ora, se são minhas, é porque lutei por elas e colhi os frutos que não podem ser divididos de uma maneira que influencie as escolhas e decisões do meu próximo. Este também é outro caso de tortura. Nós assistimos os passos em direções mais longas (jamais erradas, apenas mais longas), e não podemos interferir nestas escolhas. Ah como isso dói e tenho que só observar com a boca selada.

Bem, acredito que esta sementinha de reflexão possa elucidar os diversos exemplos de cada um. Aproveitemos também para dar asas à reflexão de uma reação em cadeia do ponto de vista planetário, a falta de noção do que é respeitar verdadeiramente o livre arbítrio, é que promoveu a morte deste mundo, não do planeta.

Namastê!

Anthonio Magalhães

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